sexta-feira, 23 de março de 2018

ENTREVISTA DO FEMA AO PROGRAMA VDR TALQUIXABA





Hoje foi dia de entrevista:
Os coordenadores do FEMA, Ricardo Miranda Filho e Ozeas Carlos Ramos, foram ao programa VDR - Vozes da Rua, apresentado por Danilo Quixaba, para falar sobre o primeiro encontro do FEMA, que será amanhã, dia 24 de maço, às 17h, na livraria AMEI, em frente à livraria Leitura, no São Luís Shopping.
Além disso, falamos acerca dos próximos encontros do ano de 2018.
Confira e compareça ao primeiro encontro.


FEMA - FALE ESCRITOR MARANHENSE
O seu lugar é aqui!
@faleescritormaranhense.
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Coordenação:
Ricardo: @suplementoliterario.
Ozeas: @rascunho1966

domingo, 18 de março de 2018

RECADO DE NATÉRCIA GARRIDO


E VOCÊ, ESTÁ ESPERANDO O QUE?
CONFIRME A SUA PARTICIPAÇÃO EM NOSSO PRIMEIRO ENCONTRO!

Venha participar do nosso primeiro encontro às 17h, no dia 24/03, na livraria AMEI, Shopping São Luís, em frente à Livraria Leitura.

O FEMA - Fale Escritor Maranhense - é um grupo independente que busca conhecer e reunir escritores maranhenses e incentivar a ESCRITA em todas as suas formas.

O FEMA pretende discutir a produção literária no Maranhão com o objetivo de influenciar escritores (iniciantes, amadores, entusiastas) de qualquer idade ou gênero literário.

Participação especial de Natércia Moraes Garrido para falar sobre a obra dos escritores maranhenses - DE PAI PARA FILHO:

Nascimento Moraes - Prosa em “Vencidos e Degenerados”
Nascimento Moraes Filho - Poesia em “Azulejos”.

Apresentaremos nosso projeto para 2018 com grandes novidades e um Sarau aberto ao público.


Entrada franca.

FEMA - FALE ESCRITOR MARANHENSE
O seu lugar é aqui!
@faleescritormaranhense.
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Coordenação:
Ricardo: @suplementoliterario.
Ozeas: @rascunho1966

quarta-feira, 14 de março de 2018

Dia da poesia




Existem diversas manifestações culturais nas mais diversas sociedades, e em cada uma é pregado um tipo de visão/perspectiva a ser discutido em seu olhar. Maurice Halbwachs, em seu livro Memória Coletiva, afirma haver duas memórias: a coletiva e a individual - enquanto a primeira é um conjunto de pensamentos de determinado grupo ou sociedade, a primeira diz respeito ao pensamento do indivíduo em sia dentro de seu grupo ou sociedade.
Pode-se afirmar, nesse sentido, que o pensamento indivíduo remete a uma sua perspectiva de vida enquanto ser. A arte é prova disso, principalmente quando justificamos por meio da arte mimética discutida primeiro por Platão e em seguida por Aristóteles em A Arte Poética, e o conceito dado a esta palavra seria a representação do eu, construção do pensamento do pensamento do indivíduo. Corrobora-se, assim, que a poesia remete a um conceito de representatividade técnica mais próxima à ratificação do eu, ou seja, a poesia está mais perto do escritor por perceber que a poesia existe em qualquer tipologia ou gênero textuais.
A poesia é, a meu ver, necessária para discutirmos a literatura como preâmbulo e sua existência, haja vista ter uma consistência anti-hermética, ou seja, ela está aberta a quaisquer significados e assuntos. Deste modo, o que pode nos levar a crer acerca da necessidade da poesia é verificar o quão próxima ela está de nossas necessidades. A poesia tem seu valor e força próprios, pois, de acordo com Roman Jakobson, traz consigo a mensagem de um texto - a força poética -, o que nos ajuda a pensar que qualquer texto pode trazer-nos poesia nas mais variadas funções.
No Brasil, a poesia veio ganhando força desde o início da literatura feita propriamente por escritor natos, haja vista a construção de uma nação brasileiro ter sido feita apenas durante o século XIX, época desse movimento literário. Assim, a literatura brasileira veio ganhando força há um pouco mais de dois séculos, e isto começou a ocorrer por meio da poesia, principalmente por meio da publicação da Revista Brasiliense e do livro Suspiros poéticos e saudades, do autor Gonçalves de Magalhães, sem, no entanto, esquecer-nos do grande escritor maranhense Gonçalves Dias, conhecido pelos poemas Canção do Exílio e I-Juca Pirama.
A partir daí, a poesia foi ganhando força em nossa literatura, embora houvesse grandes escritores em outros gêneros literários. Nos dias de hoje, apesar de alguns problemas, pode-se notar uma grande apoio à literatura. Existem hoje dias destinados a comemoração da poesia no Brasil e no mundo:

  • Dia nacional da Poesia: a priori, era dia 14 de março em comemoração ao aniversário do escritor baiano Castro Alves, no entanto houve modificação;
  • A partir da Lei 13.131 de junho de 2015, DIA NACIONAL PASSOU A SER DIA 31 DE OUTUBRO em comemoração ao aniversário do escritor mineiro Carlos Drummond de Andrade;
  • Dia estadual da Poesia (no Maranhão): esta data é comemorada desde o ano passado no dia 10 de agosto em virtude do aniversário de Gonçalves Dias;
  • Dia mundial da Poesia: é comemorado no dia 21 de março, dia escolhido durante a 30º Conferência Geral da UNESCO
  • Dia nacional do Poeta: há ainda esta data comemorativa, devido ao surgimento do Movimento Poético Nacional criado por Paulo Menotti Del Picchia no dia 20 de março de 1976.

É importante lembrar que a poesia tem sua importância na vida das pessoas, tanto para quem lê, escreve - vive de poesia - ou ouve. Todo esse conjunto de fatos me faz lembrar – nos faz lembrar (eu espero) – de forma crítica a situação cultural brasileira e me leva a concordar com os versos do livro “Rosas do Povo”, de Carlos Drummond de Andrade: “A poesia é incomunicável,/Fique quieto no seu canto./Não ame”.
E como você valoriza a poesia? Na sua opinião, qual a data mais significativa para a poesia brasileira? E por quê?



Texto escrito por Ricardo Miranda Filho

sábado, 10 de março de 2018

VISITA DO FEMA AO ODYLO COSTA FILHO


Na foto, da esquerda para direita, Ricardo (FEMA), Laurindo Teixeira e Natália Soares (Odylo Costa) e Ozeas (FEMA).


VISITA DO FEMA AO ODYLO COSTA FILHO.
(http://www.cultura.ma.gov.br/ccocf/index.php).
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Ontem estivemos com a direção do Centro de Criatividade Odylo Costa Filho, um espaço de arte e cultura no Centro Histórico de São Luís (em frente ao Terminal Praia Grande).
Em um papo agradável com Laurindo Teixeira e Natália Soares (um cafezinho delicioso), conversamos assuntos de interesse do FEMA e, por consequência, para nós escritores maranhenses.
Contaremos essas e outras novidades em nosso primeiro encontro no dia 24/03, 17h, no espaço da Livraria e Espaço cultural AMEI, Shopping São Luís, em frente à Livraria Leitura.
Venha participar conosco desse evento e conheça nossa agenda e propósitos para o ano de 2018.
Grandes coisas esperam por todos nós.
Um abraço.
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"A arte existe porque a vida não basta". Ferreira Gullar.
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FEMA - FALE ESCRITOR MARANHENSE
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@faleescritormaranhense.
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Coordenação:
Déa: @deaalhadeff.
Ricardo: @suplementoliterario.
Ozeas: @rascunho1966


Imagens do Centro de Criatividade Odylo Costa, filho.







sexta-feira, 2 de março de 2018

1º ENCONTRO FEMA - FALE ESCRITOR MARANHENSE




Nosso primeiro encontro está CONFIRMADO, mas HOUVE MUDANÇAS NO Horário. Ainda será no dia 24 de março, mas agora será das 17h às 18h30, ainda na Livraria e Espaço Cultural AMEI, no São luís Shopping, em frente à livraria Leitura.
Venha nos conhecer e participar de nossa programação.
Contaremos com a presença de Natércia Garrido para falar sobre a obra dos escritores maranhenses: Nascimento Moraes - Prosa em Vencidos e Degenerados, e de Nascimento de Moraes Filho - Poesia em Azulejos.
Haverá Sarau aberto ao público.
Entrada franca.
Esperamos por você.
Curta - Comente - Compartilhe. "A arte existe porque a vida não basta". Ferreira Gullar.

O FEMA - Fale Escritor Maranhense - é um grupo que busca conhecer e reunir escritores maranhenses independentes e incentivar a ESCRITA em todas as suas formas. Isso sem fim lucrativo, ideológico ou político. Tudo gira em torno da escrita! Sua mágica, dificuldades, técnicas, etc, e a consequente escrita em si. O FEMA pretende discutir a produção literária no Maranhão com o objetivo de influenciar novos escritores de qualquer idade ou gênero literário. Os encontros (formato sarau) serão mensais, sempre no penúltimo sábado de cada mês.

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FEMA - FALE ESCRITOR MARANHENSE
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faleescritorma@gmail.com
@faleescritormaranhense (Insta).
Coordenação:
Déa Alhadeff: @deaalhadeff (Insta)
Ricardo Miranda Filho: @suplementoliterario (Insta)
Ozeas Carlos Ramos: @rascunho1966 (Insta)
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